5 de janeiro de 2018

Os 10 filmes que mais arrecadaram em 2017 no Brasil


Em 2017, quem dominou as bilheterias nacionais foram os super-heróis.  Porém, o oitavo filme da franquia “Velozes e Furiosos” conquistou o primeiro lugar no ranking das dez produções que mais arrecadaram em 2017 no Brasil. A trupe liderada por Vin Diesel e Dwayne “The Rock” Johnson  arrecadou nos cinemas brasileiros o valor de R$133,4 milhões. Em segundo lugar, veio “Liga da Justiça”, com R$131 milhões, seguido pelo live action “A Bela e a Fera”, que ficou em terceiro lugar com R$ 130 milhões.
Com as produções hollywoodianas sendo super valorizadas, os filmes brasileiros quase não apareceram no ranking. “Minha Mãe é Uma Peça 2”, comédia brasileira, que foi  lançada no final de dezembro de 2016 e estrelada por Paulo Gustavo, é o único título nacional a aparecer na lista.
Veja as dez produções que mais arrecadaram em 2017 no Brasil (As informações são do site Filme B):
Velozes e Furiosos 8
Arrecadação no Brasil: R$ 133,41 milhões
Público total: 8.503.700
Bilheteria mundial: US$ 1,23 bilhão
Liga da Justiça
Arrecadação no Brasil: R$ 131,08 milhões
Público total: 8.408.000
Bilheteria mundial: US$ 652,89 milhões
A Bela e a Fera
Arrecadação no Brasil: R$ 130,09 milhões
Público total: 8.309.800
Bilheteria mundial: US$ 1,26 bilhão
Meu Malvado Favorito 3
Arrecadação no Brasil: R$ 125,94 milhões
Público total: 8.987.500
Bilheteria mundial: US$ 1,03 bilhão
Mulher-Maravilha
Arrecadação no Brasil: R$ 109,68 milhões
Público total: 7.052.200
Bilheteria mundial: US$ 821,84 milhões
Homem-Aranha: De Volta ao Lar
Arrecadação no Brasil: R$ 102,67 milhões
Público total: 6.714.400
Bilheteria mundial: US$ 880,16 milhões
Thor: Ragnarok
Arrecadação no Brasil: R$ 99,92 milhões
Público total: 6.371.500
Bilheteria mundial: US$ 848,08 milhões
Logan
Arrecadação no Brasil: R$ 91,21 milhões
Público total: 6.438.600
Bilheteria mundial: US$ 616,79 milhões
Minha Mãe é uma Peça 2
Arrecadação no Brasil: R$ 89,23 milhões
Público total: 9.311.100
A Cabana
Arrecadação no Brasil: R$ 74,70 milhões
Público total: 5.102.100
Bilheteria mundial: US$ 96,94 milhões

Nos EUA, três mulheres lideram a bilheteria de 2017 e isso não acontecia há 59 anos!



Junto com o final do ano, se fecham as contagens de bilheteria de 2017 e o cenário dos EUA nesse sentido é incrível: três filmes protagonizados por mulheres lideram a bilheteria americana e a última mulher a aparecer na lista antes disso o fez em 1958.

Na contagem do site Box Office Mojo, Rey aparece no topo com “Star Wars: Os Últimos Jedi” (US$533 mil em bilheteria até agora). Logo depois vem “A Bela e a Fera” (504mil) e “Mulher-Maravilha” com US$412,6 mil. Três mulheres poderosas em três dos melhores filmes do ano.

O The Wrap apurou e sabe quem conquistou a maior bilheteria de um ano antes disso? Mitzi Gaynor com “Ao sul do Pacífico” em 1958, com Rosalind Russell em 2º lugar pelo filme
“A Mulher do Século” e Elizabeth Taylor em terceiro com “Gata em Teto de Zinco Quente”.

Mundialmente, o cenário muda. “A Bela e a Fera” continua liderando a bilheteria em 2017 com US$1,26 milhões, mas a lista continua com “Velozes e Furiosos 8” em 2º (1,23 milhões) e só aí vem “Os Últimos Jedi” em 3º (1,05 milhões).

“Reputation Tour” de Taylor Swift pode virar a turnê feminina mais lucrativa da história




Em maio, Taylor Swift inicia a turnê de “Reputation” com datas até outubro nos EUA e outros países a serem divulgados. Estamos há quatro meses do início e a Billboard tá dizendo que ela já faturou US$180 milhões só nos primeiros sete dias de venda.

A previsão da revista é que esta se torne uma das turnês mais lucrativas de todos os tempos, com US$450 milhões contando apenas 41 shows nos Estados Unidos. Isso tudo levando em conta que Taylor Swift proibiu a venda de ingressos em grandes lotes para evitar cambistas e elevou o preço da entrada.

Fontes dizem à revista que cada show está vendendo entre US$7.5 e 10 milhões em ingresso, com maior lucro vindo das capitais. Com os shows na Nova Zelândia e na Europa, o lucro pode subir para 510 milhões de dólares.

Isso a coloca no 4º lugar do TOP 5 das turnês mais lucrativas, perdendo apenas para U2 (736 milhões na turnê 360º); Rolling Stones (558 milhões com “A Bigger Bang”) e Coldplay (523 milhões com “A Head Full of Dreams). Será a maior turnê feminina superando o recorde da Madonna.

27 de novembro de 2017

10 casas mais caras do mundo

1. Palácio de Buckingham, em Londres, na Inglaterra


Foto: visitlondon
O site CompareCamp.com listou as 10 propriedades mais caras do mundo e a quem pertecem. No topo da lista está o Palácio de Buckingham. Apesar de não estar à venda, ainda assim é uma casa e está avaliada em US$ 1,5 bilhão (R$ 3,9 bilhões). A propriedade pertence a quem ocupa o trono, no caso, a rainha Elizabeth. São 775 cômodos.


2. Antilia, em Mumbai, Índia

Foto: Forbes
Um prédio aparentemente com vários apartamentos é o lar doce lar vertical do homem mais rico da Índia, Mukesh Ambani. A residência tem 27 andares, sendo seis somente de garagem, além de três heliportos e 600 funcionários trabalhando. Vale US$ 1 bilhão (R$ 2,60 bilhões).


3. Villa Leopolda, em Côte d'Azur, França
Foto: NYT
Uma brasileira integra a lista de 10 propriedades mais caras do mundo. Lily Safra, viúva do banqueiro libanês William Safra, é dona de uma residência de 50 acres na França, com cozinha ao ar livre, heliporto e casas de hóspedes maiores do que as mansões da maioria dos milionários, segundo a revista Variety. Vale US$ 750 milhões (R$ 1,9 bilhão).


4. Four Fairfield Pond, Nova York, Estados Unidos
Foto: buzzwok
A residência de 29 quartos e 39 banheiros é avaliada no mercado por US$ 248,5 milhões (R$ 646 milhões). Pertence à Ira Rennert, proprietário do grupo Renco, uma holding com investimentos em fabricação de automóveis e de fundição.


5. Kensington Palace Gardens, Londres, Inglaterra
Foto: skyscrapercity
Esta mansão de 12 quartos e estacionamento para 20 carros pertence a um dos homens mais ricos do mundo, Lakshmi Mittal, dono da Arcelor Mittal. Vale US$ 22 milhões (R$ 577 milhões) e tem como vizinhos ninguém menos que o princípe William e a princesa Kate Middleton.


6. Ellison Estate, Califórnia, Estados Unidos
Foto: businessinsider
Avaliada em US$ 200 milhões (R$ 520 milhões), esta casa tem, entre suas peculiaridades, um lago de carpas, casa de chá e de banho. O dono é o co-fundador e diretor executivo da Oracle Corporation Larry Ellison, o terceiro homem mais rico do mundo em 2013, segundo a Forbes.



7. Hearst Castle, Califórnia, Estados Unidos
Foto: Hearst Castle Presevation Foundation
O castelo de 27 quartos já teve convidados ilustres como John e Jackie Kennedy, Clark Gable e Winston Churchill. É avaliada em US$ 191 milhões (R$ 496 milhões) e foi construído pelo primeiro magnata da imprensa americana William Randolph Hearst. Hoje o local é aberto ao público e voltado para o turismo.


8. Seven the Pinnacle, Montana, Estados Unidos
Foto: Erik Petersen / AP Photo
A propriedade faz parte de uma área de esqui e golfe privados, onde somente multimilionários têm casas. A residência tem várias piscinas e até mesmo seu próprio teleférico. Vale US$ 155 milhões (R$ 403 milhões) e pertence ao produtor musical Tim Blixseth e à sua ex-mulher Edra.


9. Kensington Palace Gardens, Londres, Inglaterra
Foto: Billionaire
Fica na mesma rua que a casa de Lakshmi Mittal e é avaliada em US$ 140 milhões (R$ 364 milhões). Pertence a Roman Abramovich, bilionário russo dono do clube inglês de futebol Chelsea. Ele pretende construir dentro da casa um centro de saúde e um museu de automóveis.


10. Upper Phillimore Gardens, Londres, Inglaterra
Foto: standart co uk
A antiga escola, que foi transformada em mansão, fica em Londres e vale R$ 128 milhões. Tem 10 quartos e até mesmo um quarto do pânico, isto é, um abrigo de segurança extrema. Seu interior é coberto com mármore, ouro e obras de arte. Pertence a Elena Franchuk, filha do segundo presidente da Ucrânia. Ela também é conhecida por ser fundadora da Antispid um orfanato para crianças com Aids na Ucrânia.

28 de julho de 2017

Imagem de Mothra do filme “Godzilla – King of the Monsters”


A Legendary divulgou no Twitter da conta Monarch a descoberta arqueológica de uma escultura que retrata Mothra, a mariposa gigante que aparecerá na continuação de “Godzilla” (2014) ao lado de outras criaturas colossais. A imagem inclui ovo (acima) e estágios larvais (nos cantos).
Intitulado em inglês “Godzilla – King of the Monsters”, o filme vai seguir, segundo a sinopse oficial, “os esforços heroicos da agência cripto-zoológica Monarch, enquanto seus membros enfrentam uma bateria de monstros, incluindo o poderoso Godzilla, que colide com Mothra, Rodan e seu inimigo final, o rei de três cabeças Ghidorah. Essas criaturas antigas, que se acreditava serem meros mitos, ressurgem para lutar pela supremacia, deixando a própria existência da humanidade em risco.”
Todos os novos inimigos gigantes de Godzilla já tiveram filmes individuais no Japão: “Mothra, a Deusa Selvagem” (1961), “Rodan!… O Monstro do Espaço” (1956) e “Ghidrah, O Monstro Tricéfalo” (1964), dirigidos pelo mestre Ishirô Honda, o verdadeiro rei dos monstros.
A trama vai trazer de volta os personagens de Sally Hawkins (“Blue Jasmine”) e Ken Watanabe (“A Origem”), representantes da Monarch em “Godzilla” (2014).
Além deles, o elenco terá uma família vivida por Kyle Chandler (série “Bloodline”, “Manchester à Beira-Mar”), Vera Farmiga (série “Bates Motel”) e Millie Bobby Brown (a Eleven de “Stranger Things”).
O roteiro é de Zach Shields e direção de Michael Dougherty, ambos de “Krampus: O Terror do Natal” (2015), e a estreia está marcada para março de 2019.

7 de junho de 2017

Mulher-Maravilha abre com $225 milhões na bilheteria mundial


Os números impressionantes de bilheteria de “Mulher-Maravilha” comprovam a importância da representatividade no cinema. Ao todo, a super-heroína da DC Comics gerou renda de US$ 225,5 milhões no mundo todo. Só nos Estados Unidos, a arrecadação foi de US$ 100,5 milhões: 52% do público foi de mulheres.

É o melhor fim de semana de estreia de um filme dirigido por uma mulher nos EUA. As cifras do longa de Patty Jenkins superaram os US$ 85,1 milhões de “Cinquenta Tons de Cinza” (2015), assinado pela inglesa Sam Taylor-Johnson. Mundialmente, porém, “Cinquenta” ainda fica à frente, com US$ 242,4 milhões.
No Brasil, onde “Mulher-Maravilha” estreou quinta (1º/6), os números também foram significativos: público perto de 1,4 milhão de pessoas e renda de R$ 24,9 milhões. O desempenho mundial deve garantir um “Mulher-Maravilha 2”.
Dos mercados internacionais, a China foi o principal. Nos cinemas do país, Mulher-Maravilha arrecadou US$ 38 milhões. Outro detalhe importante é que o longa - que custou US$ 150 milhões para ser feito pela Warner Bros. -atraiu um público 52% feminino, um número consideravelmente maior que a média, que fica em torno dos 40%.

Mulher-Maravilha marca a primeira estreia de um filme de heróis liderado por uma mulher desde que Mulher-Gato e Elektra foram lançados nos anos 2000. Ambos não tiveram um bom desempenho na bilheteria.

Agora, a diretora Patty Jenkins é dona da melhor estreia para um filme dirigido por uma mulher nos EUA, superando 50 Tons de Cinza, de Sam Taylor-Johnson, que havia arrecadado US$ 85,1 milhões.
Patty Jenkins, a diretora por trás do sucesso
“Mulher-Maravilha”, a primeira aventura da superpoderosa amazona, tem assinatura de Patty Jenkins, uma cineasta que conhece bem as agruras de tentar comandar produtos de grande orçamento em Hollywood.

A bordo da Marvel, a americana de 45 anos foi contratada para dirigir “Thor: O Mundo Sombrio” (2013). Deixou o projeto em 2011 por “diferenças criativas”, a desculpa padrão dada pelos estúdios quando um cineasta é demitido.

“Pensei, ‘se pegar esse projeto, será um desserviço para as mulheres'”, disse Patty em entrevista anos depois, em referência ao longa. Após começar em curtas-metragens, a diretora emplacou vitória no Oscar já no filme de estreia “Monster: Desejo Assassino” (2003).
Um projeto pequeno, de US$ 8 milhões, mas lucrativo (US$ 60,3 milhões). Charlize Theron levou a estatueta ao interpretar a serial killer Aileen Wuornos. Mesmo com um primeiro longa oscarizado, Patty Jenkins sofreu com a falta de oportunidades em Hollywood.

Desde “Monster”, Patty fez episódios de séries (“Arrested Development”, “Entourage”, “The Killing”, “Betrayal”) e participou de dois telefilmes: “Cinco pela Cura” (2011), antologia de curtas sobre câncer de mama que reuniu outras quatro diretoras, e “Exposed” (2015).

“Mulher-Maravilha”, além do sucesso de bilheteria, tem atraído críticas favoráveis, ao contrário dos três filmes anteriores do universo DC. “O Homem de Aço” (2013) e sobretudo “Batman vs Superman” (2016) e “Esquadrão Suicida” (2016) foram massacrados pela imprensa.

28 de dezembro de 2016

“Rogue One: Uma História Star Wars”, mantém 1° lugar na bilheteria dos EUA


“Rogue One: Uma História Star Wars” não teve dificuldades para se manter na liderança dos cinemas nos EUA pela segunda semana consecutiva. A produção da LucasFilm/Disney fez 64,3 milhões no fim de semana, quase o dobro da arrecadação do 2º lugar, a animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”.
O prólogo de “Guerra nas Estrelas” (1977) já fez mais de US$ 300 milhões nos EUA (passou de US$ 550 milhões em todo mundo). E isto tendo que enfrentar, nos últimos dias, nada menos que quatro estreias amplas.
“Sing” foi o lançamento que se deu melhor, com US$ 35,9 milhões. Os demais foram pulverizados.
A cara sci-fi “Passageiros”, orçada em US$ 110 milhões e estrelada por Jennifer Lawrence e Chris Pratt, ficou em 3º, com modestos US$ 14,8 milhões. Mas bem pior foi a implosão de “Assassin’s Creed”, com US$ 10,2 milhões em 5º lugar.
O fiasco só confirma, novamente e definitivamente, que Hollywood apenas perde dinheiro ao insistir em adaptar games. Para se ter ideia, o filme custou US$ 125 milhões.
A surpresa positiva ficou por conta do desempenho da comédia “Tinha que Ser Ele?”, que abriu no 4º lugar com US$ 11 milhões, à frente do bombardeado “Assassin’s Creed”. Estrelado por Bryan Cranston e James Franco, “Tinha que Ser Ele?” nem estava sendo considerado nas projeções da indústria para o Natal. Orçada em apenas (para Hollywood) US$ 38 milhões, a produção conseguiu sobreviver à briga dos blockbusters de mais de US$ 100 milhões e deve dar lucro.

BILHETERIAS: TOP 10 EUA

1. Rogue One – Uma História Star Wars
Fim de semana: US$ 64,3 milhões
Total EUA: US$ 318 milhões
Total Mundo: US$ 555,4 milhões

2. Sing – Quem Canta Seus Males Espanta
Fim de semana: US$ 35,2 milhões
Total EUA: US$ 76,6 milhões
Total Mundo: US$ 93,9 milhões

3. Passageiros
Fim de semana: US$ 14,8 milhões
Total EUA: US$ 30,4 milhões
Total Mundo: US$ 30,4 milhões

4. Tinha que Ser Ele?
Fim de semana: US$ 11 milhões
Total EUA: US$ 16,7 milhões
Total Mundo: US$ 18,9 milhões

5. Assassin’s Creed
Fim de semana: US$ 10,2 milhões
Total EUA: US$ 22,4 milhões
Total Mundo: US$ 36,6 milhões
6. Moana – Um Mar de Aventuras
Fim de semana: US$ 7,4 milhões
Total EUA: US$ 183,4 milhões
Total Mundo: US$ 327,9 milhões

7. Fences
Fim de semana: US$ 6,6 milhões
Total EUA: US$ 11,5 milhões
Total Mundo: US$ 11,5 milhões

8. La La Land – Cantando Estações
Fim de semana: US$ 5,7 milhões
Total EUA: US$ 17,5 milhões
Total Mundo: US$ 35,2 milhões

9. A Última Ressaca do Ano
Fim de semana: US$ 5,1 milhões
Total EUA: US$ 44,2 milhões
Total Mundo: US$ 81,2 milhões

10. Beleza Oculta
Fim de semana: US$ 4,2 milhão
Total EUA: US$ 18 milhões
Total Mundo: US$ 29,5 milhões